Machu Picchu, Peru

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

Vista das ruínas de Machu Picchu, a ‘cidade perdida dos Incas’

Sim, Machu Picchu é um lugar de impacto. Não um impacto imediato, mas daqueles que vão chegando aos poucos, até você pensar em não querer deixar aquelas ruínas. Não por menos ele é um dos destinos mais preferidos do mundo.

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

Machu Picchu se revela mais ao amanhecer ou no final da tarde

Os incas acreditavam que se alguém quisesse encontrar seu destino, deveria subir em uma montanha alta. Ali um vento daria ao forasteiro a dica desejada. O alto das montanhas era para eles antenas que captavam tudo o que se passava no cosmos.

Mas atenção, Machu Picchu se revela mais ao amanhecer ou no final da tarde quando o vento quer dar seu recado e até as sombras parecem vivas.

Tikal, Guatemala

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

O Templo das Máscaras, em Tikal, a mais importante cidade do mundo maia

O passado lança uma sombra nítida e forte sobre Tikal, a mais importante cidade do mundo maia, situada na península de Yucatán. Isso é visível na densa floresta tropical que abraça mais de 3.000 templos, acrópoles e monólitos com baixos-relevos. É observado também nas ruínas de escadarias piramidais que assinalam rituais misteriosos desaparecidos séculos atrás.

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

Região tem mais de 3.000 templos, acrópoles e monólitos com baixos-relevos

Uma boa maneira de começar bem a viagem às ruínas de Tikal é conhecer com antecedência um pouco dessa cidade maia, e aí você vai perceber que precisa permanecer ali por mais alguns dias.
Missão Jesuítica de San Ignacio Miní, Argentina

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

A missão de San Ignácio Miní foi fundada em 1632 pelos Jesuítas durante o período de colonização espanhola

As ruínas das missões jesuítico-guaranis são muito mais do que vestígios de um passado. Do encontro entre os guaranis e os jesuítas surgiram as Missões.

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

As ruínas das missões jesuítico-guaranis são muito mais do que vestígios de um passado

Elas são amostras do que constituiu um projeto de integração social, político e econômico de valiosa originalidade. O conjunto arquitetônico dessas missões, como é o caso de Santo Ignacio Miní, na Argentina, e Jesus de Tavarangue, no Paraguai, entre outras, vai além de sua grandeza, ao mostrar uma realidade inimaginável para àquela época.

A misteriosa Rapa Nui, Polinésia chilena

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

Rapa Nui, o nome polinésio da ilha, é um dos pontos mais remotos do planeta

Poucas culturas são tão misteriosas e enigmáticas quanto à da Ilha de Páscoa com suas gigantescas e intrigantes estátuas de pedra –os moais. Localizada a 3.600 quilômetros do litoral do Chile e a mais de 2.000 de qualquer outro pedaço de terra do Pacífico, Rapa Nui, o nome polinésio da ilha, é um dos pontos mais remotos do planeta. E desolado. Nenhuma árvore com mais de três metros pode ser vista em toda a sua superfície.

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Os moais apresentam uma fisionomia indecifrável, repleta de enigmas e segredos

Existem 886 colossais monólitos, alguns com cerca de cinquenta toneladas e com alturas que variam de dois a vinte e um metros, como o Rano Raraku. Como foram transportadas as colossais pedras dessas estátuas? Que povo viveu aqui? Não é à toa que até seres extraterrestres foram invocados para entender a civilização desta ilha.

Velho Airão, Amazonas

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

A cidade amazônica foi abandonada repentinamente no início da década de 1950


O mais inusitado e, talvez, o mais fascinante em uma viagem pela Amazônia são suas histórias e lendas. A região esconde em seu interior uma série de mistérios, onde ficção e realidade estão entrelaçadas.

Pouco importa se é verdade, ou não, as histórias que recaem sobre as ruínas de Velho Airão. O certo é que a cidade amazônica foi abandonada repentinamente no início da década de 1950 pelos seus habitantes. Para alguns, os moradores abandonaram o lugarejo depois de um feroz ataque de formigas gigantes.

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

A região esconde em seu interior uma série de mistérios

Na versão de outros ribeirinhos, “foram os fantasmas de índios escravizados que não arredaram pé do lugar e expulsaram os habitantes”. Outros, porém, dizem que a vila isolada e empobrecida pela escassa comunicação com outros centros urbanos, fez com que sua população desse no pé.

Assim o melhor é deixar o viajante nessa perturbadora atmosfera fantástica, explorar e decifrar o enigma do abandono dessa vila-fantasma.

Ingapirca, Equador

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

Ruínas chamam a atenção pelas formas orgânicas da arquitetura harmoniosamente integradas à topografia da paisagem

Pouco conhecida entre os brasileiros as ruínas remanescentes de uma grande fortaleza e centro cerimonial das culturas inca e cañari, nos Andes, a 3.230 metros de altura, constituem o mais importante sitio arqueológico do Equador.

Ingapirca que significa “paredes de pedras dos incas”, à primeira vista chama a atenção pelas formas orgânicas da arquitetura harmoniosamente integradas à topografia da paisagem. A geometria da cidade se baseia em três formas circulares que remetem aos elementos, fogo, água e ar. Entre as ruínas, vestígios dos Templos do Sol, de 500 d.C., e da Lua do ano 900 d.C.

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Créditos: Heitor e Silvia Reali

Entre as ruínas, vestígios dos Templos do Sol, de 500 d.C., e da Lua do ano 900 d.C.

O pôr do sol em Ingapirca foi para nós uma das mais belas experiências que tivemos, e reforçou o misticismo que envolve seus templos.

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Tintagel, Inglaterra

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É inevitável circular pelas ruínas de Tintagel, sem que a imaginação nos assalte com lembranças de “Games of Thrones”, ou de séries mais antigas como a de “Ivanhoé”. As paredes destruídas pelo tempo desse castelo do século 5, encimado por um rochedo que desce abruptamente sobre as ondas de um mar possesso, são o que resta do berço do Rei Arthur, segundo a lenda; são também cenário do épico “Tristão e Isolda”.